sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Comida natural orgânica, no centro do Rio, é aqui: http://www.restaurantemetamorfose.com.br


É só "linkar" e mastigar, bastante.
São duas cozinhas, uma Macrobiótica e uma Especial, com pratos vegetarianos pra lá de especiais. Às quintas tem um prato com peixe, muito bom mesmo. Tem também um entreposto com muitos produtos naturais orgânicos, biscoitinhos, Quinoa, Misso, Shoyu, Arroz Integral comum e Prêto, Massas integrais, Algas marinhas etc... bem variado, ah! também tem pão integral e tofu, este o melhor do Rio, ambos feitos no restaurante.
O Metamorfose está completando 25 anos agora no mes de Outubro. É o único restaurante macrobiótico do centro do Rio com uma opção menos radical, pra quem só quer comer natural (Prato Especial). Muita leitura interessante no mural da entrada sob os auspícios de Laercio Devita, colaborador e sócio do restaurante.
Bem, pra um restaurante convencional, 25 anos já é uma idade interessante, pra não dizer respeitosa, servindo comida macrobiótica então...
Meu amigo Pedro Luis Ribeiro está de parabéns, assim como sua equipe, que ainda guarda alguns profissionais originais daquele tempo em que eu era frequentador assíduo, a uns 20 anos atrás...
O Metamorfose é digno desse nome.

VIVA ALAVANCA!


Comentário de Sônia Hirsch sobre o Metamorfose:

Sônia Hirsch, cujas obras sobre saúde e alimentação já transformaram a vida de muita gente, assim se refere ao Restaurante Metamorfose em seu mais novo rebento chamado “Paixão Emagrece, Amor Engorda”:

“Agora só há um bom restaurante macrô no Rio de Janeiro, o Metamorfose. Lá continuam se encontrando para almoçar pessoas de todas as idades e profissões, desconhecidas e famosas, veteranos ao lado de novatos. Ao longo dos anos mudou alguma coisa na comida – há mais salada fresca, mais molhos, alguns feijões além do azuki, cardápios novos e criativos. Mas continuam sendo uma comida sofisticada, com aquele arroz especialíssimo de panela de pressão, o gersal bem-feito, verduras e vegetais saborosos, quitutes inacreditavelmente delicados.”

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Agrotóxicos no seu estômago (João Pedro Stédile)

OS porta-vozes da grande propriedade e das empresas transnacionais são muito bem pagos para todos os dias defender, falar e escrever que no Brasil não há mais problema agrário. Afinal a grande propriedade está produzindo muito mais e tendo muito lucro. Portanto o latifúndio não é mais problema para a sociedade brasileira. Será?
Nem vou abordar a injustiça social da concentração propriedade da terra, que faz com que apenas 2% ou seja, 50.000 fazendeiros seja, donos de metade de toda nossa natureza, enquanto temos mais de 4 milhões de famílias sem direito a ela.
Vou falar das consequencias para você, que mora na cidade,da adoção do modelo agrícola do agronegócio. O Agronegócio é a produção de larga escala, em monocultivo, empregando muito agrotóxicos e máquinas. Usam venenos para eliminar as outras plantas e não contratar mão de obra. Com isso, destroem a biodiversidade, alteram o clima e cada vez mais expulsam famílias de trabalhadores do interior.
Na safra passada as empresas transnacionais, e são poucas (Basf, Bayer, Monsanto, Dupont, Sygenta, Bunge, Shell Química...) comemoraram que o Brasil se transformou no maior consumidor mundial de venenos agrícolas. Foram despejados 700 milhões! de toneladas, média de 3.700 quilos por pessoa. Esses venenos são de origem química e permanecem na natureza. Degradam o solo, contaminam a água e sobretudo se acumulam nos alimentos. As lavouras que mais usam veneno são: soja, arroz, milho, fumo, tomate, cana-de-açúcar, tabaco, batata, uva, moranguinho e hortaliças. Tudo isso deixará resíduos para seu estômago, e no seu organismo afetam as células e algum dia podem se transformar em câncer.
Perguntem aos cientistas aí do Instituto Nacional do Câncer, referência de pesquisa nacional, qual é a principal origem do cancer depois do tabaco?
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)denunciou que existem no mercado mais de vinte produtos agrícolas não recomendáveis para a saúde humana, mas ninguém avisa no rótulo e nem tira da prateleira. Antigamente era permitido ter na soja e no óleo de soja apenas 0,2 mg/kg de resíduo do veneno glifosato, para não afetar a saúde. Derepente a Anvisa autorizou os produtos derivados de soja terem até 10,0 mg/kg de glifosato, 50 vezes mais. Isso aconteceu, certamente, por pressão da Monsanto, pois o resíduo de glifosato aumentou com a soja transgênica, de sua propriedade.
Esse mesmo movimento estão fazendo agora com os derivados do milho. Depois que foi aprovado o milho transgênico, que aumenta o uso de veneno, querem aumentar a possibilidade de resíduos de 0,1 mg/kg permitido para 1,0 mg/kg.
Há muitos outros exemplos de suas consequências. O Doutor Vanderley Pignati, pesquisador da UFMT, revelou em suas pesquisas que nos municípios que têm grande produção de soja e uso intensivo de venenos, os índices de aborto e má formação de fetos são quatro vezes maiores que a média do estado.
Nós temos defendido que é preciso valorizar a agricultura familiar, camponesa, que é a única que pode produzir sem venenos e de maneira diversificada. O agronegócio, para ter escala e grandes lucros, só consegue produzir com venenos e expulsando os trabalhadores para a cidade.
E você paga a conta, com o aumento do êxodo rural, das favelas e com o aumento da incidência de venenos em seu alimento.
Por isso defender a agricultura familiar e a reforma agrária, que é uma forma de produzir alimentos sadios, é uma questão nacional, de toda a sociedade. Não é mais um problema apenas dos sem-terra. E é por isso que cada vez que o MST e a Vila Campesina se mobilizam contra o agronegócio, as empresas transnacionais, nos atacam tanto. Está em disputa = a que interesses deve atender a produção agrícola: apenas o lucro ou o bem-estar da população?
Os ricos sabem disso e tratam de consumir apenas produtos orgânicos. E você precisa se decidir. De que lado você está?
_____________________________________________________________________________________João Pedro Stédile é economista e integrante da coordenação nacional do Movimento dos Sem Terra (MST).
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opinião
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24 de setembro de 2009 (quinta-feira)

sábado, 17 de outubro de 2009

Tudo começa com um primeiro passo, de uma longa caminhada à uma vida bem sucedida.

Esse blog é um primeiro passo numa direção ainda não muito bem definida, porém visualizada de maneira a alcançar uma meta que envolve um antigo sonho de comunicar, informar e compartilhar, com simpatizantes e amigos, os eventuais "feeds" com sincera admiração e agradecimento.
Em breve darei início às postagens onde incluirei traduções e citações que envolvam o mundo das biotendencias brasileiras e "quiça" mundiais.
Um grande abraço, esperando uma total participação e empenho de todos, amigos e interessados.
"au revoir"!